A Record TV esteve na Senior Vita

“Centros de convivência investem em exercícios para idosos que tomam remédios diariamente

O número de idosos que tomam, pelo menos, três remédios que afetam o cérebro, mais do que dobrou em dez anos, nos Estados Unidos. Para evitar falhas na memória que esses medicamentos costumam provocar, centros de convivência investem em exercícios para o corpo e para a cabeça.”

A Senior Vita aparece a partir de 1’46” do vídeo. Clique aqui e veja a matéria.

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A Senior Vita esteve na TV Band

Fisioterapia e exercícios para idosos

Em todas as fases da vida, cuidar da saúde e praticar exercícios é muito importante. Na terceira idade, é preciso atentar ainda mais para os cuidados do corpo e procurar fazer exercícios, que podem ser simples, mas devem ser diários.

Sobre os projetos sociais de fisioterapia e execícios para idosos, a apresentadora Renata Maron conversa com a fisioterapeuta chefe da Senior Vita, Dra. Thalita de Paula. Confira!

http://tvterraviva.band.uol.com.br/noticia/100000848403/saude-fisioterapia-e-exercicios-para-idosos-.html

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Cuidados ao contratar cuidadores

Antes de contratar um cuidador de idosos, você precisa estar atento a uma coisa.

Nossos pais, tios e avós envelheceram e começaram a demandar cuidados. Para possamos continuar com a nossa rotina de trabalho, cuidado dos filhos e de nossos afazeres pessoais, muitas vezes precisamos contratar alguém que nos auxilie. Em geral terminamos nos apoiando em pessoas conhecidas, indicações de amigos ou familiares, ou cuidadores de idosos profissionais.

Embora isto seja uma boa opção, existe uma coisa que precisamos estar muito atentos: nossos parentes idosos estão se isolando dentro de casa e de convívio social? Se a resposta for sim, ou você tem dúvida de como responder, cuidado, seu parente pode estar em risco!

Uma pesquisa conduzida pela Universidade de Harvard nos EUA (Harvard’s Grant and Glueck study), e que levou 75 anos para ser concluída pois acompanhou dois grupos de pessoas através destas sete décadas e meia, tinha por objetivo de identificar os fatores psicossociais preponderantes para um envelhecimento saudável.

Qual a conclusão do estudo? De acordo com o Robert Waldinger, Diretor do Estudo sobre o Desenvolvimento Adulto (do inglês, Study of Adult Development) da Universidade de Harvard, um fator supera em muito a importância dos demais fatores:

“Nós obtivemos uma mensagem muito clara nestes 75 anos de estudo: Bons relacionamentos nos mantêm mais felizes e saudáveis. Ponto.”

Um estudo britânico feito pela University College de Londres, que acompanhou 6500 homens e mulheres com mais de 52 anos por aproximadamente uma década, corrobora para as conclusões do estudo realizado por Harvard, mas de uma forma ainda mais contundente.

Concluiu-se que o isolamento social tem enorme impacto sobre a expectativa de vida de pessoas idosas. Independente se a pessoa se sinta só ou não (solidão é um sentimento), o simples fato de manter-se contato limitado com família, amigos e organizações comunitárias aumentou o risco de morte destas pessoas. Isto porque demonstrou-se que o isolamento social aumenta o risco de aparecimento de doenças infecciosas e cardiovasculares, o aumento da pressão arterial e do hormônio do estresse (cortisol), e a deterioração do funcionamento cerebral.

Portanto, não podemos privar o nossos idosos de relacionar-se e manter uma vida social ativa. Ao contrário, é importante que tenhamos uma atitude proativa em incentivá-los a sair da inércia e retomar o convívio social, que é fundamental nesta fase da vida.

Antes de contratar um cuidador, converse com seu médico e avalie as melhores opções. Muitas vezes uma parceria ou intercalação entre os dias do cuidador e a participação em atividades em centros-dia para idosos, podem ser a melhor combinação para oferecer cuidado integral à saúde, estímulos físicos e cognitivos para longevidade e interação social.

Assim, você continuará tranquilo para seguir com seus afazeres diários sabendo que seu parente idoso está com a melhor situação para maximizar todas as reservas físicas e cognitivas para a longevidade com qualidade.

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Casa de Repouso pode não ser a melhor escolha

Internar seu parente idoso em uma casa de repouso nem sempre é a melhor opção de cuidado.

As Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs), mais conhecidas como Casas de Repouso, Residenciais Sênior, Clinicas Geriátricas, Ancionatos ou ainda Asilos, embora prestem um serviço de suma importância para a sociedade, nem sempre são a melhor opção para o cuidado de idosos dependentes. Na verdade, elas deveriam ser a última opção.

As ILPIs têm sua origem no Brasil no cristianismo, chamadas inicialmente de asilos, eram em sua maioria filantrópicas e tinham por objetivo abrigar, educar e cuidar da população carente, não apenas idosos. Mas com o passar dos anos, e por falta de outras opções, eles se tornaram a principal alternativa para abrigar pessoas idosas com maior grau de dependência.

Até os nossos dias, casas de repouso continuam sendo a principal opção das famílias, que ainda com poucas alternativas e baixa disponibilidade familiar para cuidar, optam por colocar os seus parentes idosos neste serviço.  Porém, uma grande parte da população idosa residente de ILPIs não teria indicação para estar lá (salvo desejo do próprio idoso). Estima-se que mais 30% dos residentes de ILPIs no Brasil são independentes.

Assumindo que a Casa de Repouso esteja regularizada e seguindo as normas da ANVISA e as recomendações da SBGG (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia) – coisa que a imensa maioria não está – o principal problema deste serviço está no fato do encontrar-se um alto índice de depressão entre os seus residentes.

Diversos estudos apontam que entre 50% e 70% dos residentes apresenta algum tipo de depressão, seja leve ou grave (depressão menor ou maior). Isto se dá, em aproximadamente 80% dos casos, devido ao afastamento do convívio familiar e baixa frequência de visitas dos parentes e amigos. Um estudo também mostrou que idosos que recebem visita de familiares nutrem a esperança de que serão levados de volta para casa, e se frustram quando isso não acontece. E como resultado disto, é comum escutarmos relatos de cuidadores dizendo que os idosos reclamam muito, evitam comer ou manifestam anseio pela morte.

Então quando se deveria pensar em colocar um idoso em ILPIs? Simples: quando a situação dele realmente demande cuidado especializado e intenso 24 horas por dia nos 7 dias da semana. Por exemplo, idosos acamados que precisam ser mudados de posição a cada duas horas para não desenvolverem feridas, ou com demanda para nutrição enteral ou parenteral, ostomizados, demência em fase avançada que comprometa a fisiologia ou o convívio social, etc. Para estes casos, as ILPIs são muito importantes e fundamentais para suporte às famílias e para a sociedade em geral.

Agora, caso o perfil do idoso seja de dependência leve ou moderada, tanto física quanto cognitivamente, centros-dia para idosos, como a Senior Vita, em parceria com a família no cuidado em casa para os períodos noturnos ou finais de semana, são opções melhores. O idoso se mantém próximo aos seus entes queridos, mantém convívio social ativo ao participar de atividades externas, mantém vivo seu senso de pertencimento e de realização. Tudo ao mesmo tempo que recebe estímulos e tem sua saúde cuidada e monitorada por profissionais adequados e capacitados.

Antes de decidir por uma casa de repouso, converse bem com seu médico-responsável quanto as demais opções disponíveis.

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